Shows do fim de semana
O fim de semana musical está garantido em São Paulo.
O destaque fica por conta do bom gosto de Olivia Biyngton que, depois de seis anos sem se apresentar na cidade, encerra amanhã, dia 15, a curta temporada na casa de shows Barreto (Hotel Fasano - Rua Vittorio Fasano, 88 – Cerqueira César).
A cantora é ótima. O repertórtio é vitorioso (canções de Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Noel Rosa e Ary Barroso). Tudo isso, acompanhada por um grupo de músicos da maior qualidade: Leandro Braga (piano e arranjos), Arismar do Espírito Santo (baixo), Nando Duarte (violão de sete cordas) e Beto Cazes (percussão).
Programa imperdível! As apresentações de Olívia Byington no Baretto fazem parte da programação de eventos especiais da casa que tem direção artística de Zuza Homem de Mello e produção da Divina Comédia. Desde novembro de 2003, se apresentaram, entre outros, Terence Blanchard, Caetano Veloso, Eduardo Dussek e Música Ligeira. Nos últimos anos também tocaram no Baretto: Bobby Short, Steve Ross, Carol Sloane, Mônica Salmaso, Quarteto Jobim Morelembaum, Os Cariocas e Ná Ozzetti. Clique aqui para conhecer o CD A dama do encantado.
Para quem prefere o pop romântico de Flávio Venturini, o compositor vai mostrar seus maiores sucessos no Direct TV Hall sónos dias 14 e 15 de maio. O show é delançamento do CD Por que não tínhamos Bicicleta (clique aqui para comprar).
Bons shows e divirta-se!
Escrito por Beto Feitosa às 10h31 AM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Família libera obra de Renato Russo para musical
Zélia Duncan é de Niterói como eu, morou em Brasília como Renato Russo e Dinho Ouro Preto. Eu quase saindo de casa para a coletiva da Zélia Duncan, e recebo essa nota que não tem como não publicar:
MUSICAL R-EVOLUÇÃO URBANA FAZ
HOMENAGEM OFICIAL A RENATO RUSSO
COM O APOIO DA FAMÍLIA MANFREDINI
Pela primeira vez, desde a morte de Renato Russo, em 1996, a família Manfredini libera os direitos da obra do cantor e compositor para compor um espetáculo em homenagem a ele. Baseada nas músicas de Renato Russo, a ópera-rock R-Evolução Urbana tem direção musical de Paulo Marchetti e Johny Monsters e direção de Fezu Duarte, Fábio Ock e Marcos Okura, todos da Companhia de Teatro Rock (ex-Companhia de Repertório do TBC).
O espetáculo, que homenageia Renato Russo sem biografá-lo, tem a colaboração artística do vocalista do Capital Inicial, Dinho Ouro Preto, e figurinos criados pelo ator Leopoldo Pacheco (o Samir, da minissérie Um Só Coração).
R-Evolução Urbana estréia no dia 21 de maio, sexta-feira, às 21 horas no Teatro Gazeta.
Obs: amanhã na revista falo sobre o CD de Zélia Duncan. Imperdível, o disco é emocionante!
Clique aqui para comprar o novo CD da Legião Urbana: As Quatro estações ao vivo.
Escrito por Beto Feitosa às 1h49 PM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Como tem passado!!
Trabalhar com o que se gosta tem prós e contras. Um dos contras é transformar um hobby em obrigação. Uma das vantagens é conhecer e conviver com pessoas na mesma sintonia.
Uma delas foi Gigi Trujillo, com quem bato animados papos por e-mail há quase um ano. Outro foi Moisés Santana, de quem fiquei fã quando recebi o primeiro CD. Em um show de Moisés no Rio (o primeiro que assisti), Gigi me apresentou uma cantora que já tinha ouvido algumas vezes, mas não tinha noção de que era tão boa: Maricenne Costa.
E Maricenne me deu dois presentes musicais. Um deles é um achado, uma pérola que anda espalhada por aí há alguns anos e eu ainda não conhecia: o CD Como tem passado!!
Só a idéia de Maricenne já valia o registro: ela pegou a primeira gravação de cada ritmo brasileiro e recriou ao lado de um time de músicos maravilhosos. Tem samba (Pelo telefone), tango (As laranjas da Sabina), maxixe (O forrobodó), embolada (A espingarda) e várias outras. Um trabalho antropológico e lindo. História e arte que se encontram.
Um dos grandes achados do CD é a letra original de Meiga flor, primeiro samba-canção brasileiro que ficou para sempre na voz de Aracy Cortes conhecido como Linda flor, ou ainda como Ai yoyô.
Na parte histórica o CD tem notas sobre todas as gravações. Deveria ser obrigatório como um livro didático e como uma obra de arte. O lançamento foi pelo selo CPC UMES.
Escrito por Beto Feitosa às 8h21 AM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|